20 de dez de 2012

Já não te sinto.







O telefone não toca, a música não faz sentido, o cheiro já se foi, as lembranças ficaram tolas e o assunto acabou. Deixei de sentir, de te sentir. (Noanne Campos)



Perco o sono. Perco-me em ti.

19 de out de 2012

Aline


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Mafalda.


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Sinto falta.




          Eu sinto falta do telefone tocando, do frio na barriga, do calor de um abraço, das lágrimas que escorriam por meu rosto, da gargalhada que saia depois de qualquer coisa boba que eu escutasse, do colo, do ombro amigo, dos dias de chuva e frio, das aventuras e fugas, de poder construir uma história pra contar.
          Eu não morri, nem estou incapaz de viver, mas às vezes por falta de sonhos o mundo perde a graça e de certa forma eu deixei de lado o meu lado sonhador faz tempo. Foram príncipes encantados em cavalos brancos, bruxas más e princesas indefesas que me abandonaram, parei de acreditar neles e esperar viver histórias assim como as que eu via em livros infantis. Pra ser honesta, deixar de ser um tanto boba é se tornar mais boba ainda.
          É necessário adrenalina, sentimentalismo, emoção. De que adiantaria ter tudo e não sentir nada?
          Por isso eu digo que é no mais básico que encontramos o que há de melhor. É no sossego e na simplicidade que se vê o real, o puro e o verdadeiro, que se enxerga tudo que ainda serve nesse mundo um tanto sórdido.
          Então, não desista de sonhar, nem de querer, muito menos de conquistar, pra depois não sofrer. Viva o muito, o pouco e o nada. Seja o que você quiser, vá além, veja bem mais, siga o futuro mais improvável e comemore as surpresas. São poucos os que tem a sorte de saber viver.

(Autoria: Noanne Campos)

30 de ago de 2012

Tirinha do AA :*


Muito orgulhosa de estar postando em primeira mão a tirinha que o meu amigo Antônio Augusto fez. Valeu pela moral, AA. Eu adoreei!
Para ver melhor a tirinha, clica nela! :)

24 de ago de 2012

Uma canção por acaso na rede social

O que foi feito de meu bem?
será que ela foi pra outro lugar
quem souber mande uma notícia
acho que hoje ela não quer falar
fica muda no outro lado do telefone
nem lembro mais de sua doce voz
seu corpo responde sim e não
como um robô e todos seus circuitos
na foto não dá nenhum sorriso
será que fui eu que a fiz assim?
vou cantar uma música pra ela
pode ser que sua ausência chegue ao fim

Pego o violão velho de nylon
mil novecentos e sessenta e três
dedilhando aos poucos peço um abraço
como num velho jogo de passos
que se assemelha muito ao xadrez
mas dessa vez já não há peões
ou bispos, ou torres, ou reis
só quero que ela acabe logo com esse vácuo
e volte a ser a menina que feliz me fez.

   Gnt, essa é mais uma das maravilhosas letras do Antônio Augusto, meu amigo querido. Estou mt honrada em postar ela aqui no blog. Adoro as letras dele! Arrasa, né? Valeu, AA.